Tenista Luiz Mattar, empreendedor de sucesso no mercado de tecnologia

Da série “Histórias Curiosas”, conheça a trajetória do tenista Luiz Mattar, empreendedor de sucesso no mercado de tecnologia.

Encarar uma nova jornada. Esse era o desafio de Luiz Mattar, quando encerrou a sua carreira de tenista profissional para se tornar empreendedor na década de 90. Como tenista, ele esteve entre os 30 melhores do mundo na época. Mas como empresário, tinha pouquíssima experiência, além de algum conhecimento teórico. Sua família é dona da fabricante de têxteis Paramount. Duas décadas depois, no entanto, os resultados impressionam. Mattar, de olho no boom da internet e na privatização do segmento de telecomunicações, fundou a Telefutura, uma pequena prestadora de serviços na área, no ano de 1998. A empresa cresceu e recebeu aportes de grandes fundos de investimento, se transformando na TIVIT, que fatura atualmente R$ 1,8 bilhão ao ano. Mattar comanda hoje 30 mil funcionários e joga tênis somente para aliviar o estresse. Ele começou com a Telefutura trabalhando com dois sócios em uma sala de quatro metros quadrados. A disciplina e a resiliência dos tempos de atleta ajudaram a forjar o seu perfil empreendedor. Durante muitos anos ele evitava falar sobre seu histórico como esportista, temendo que a ênfase no passado tirasse o foco dos serviços e afetasse a credibilidade da empresa. em 2001 a empresa recebeu o primeiro aporte do fundo de investimentos da Votorantim, que comprou 20% da empresa. Com esse capital a empresa ganhou fôlego para crescer. Depois veio o fundo Pátria, que ajudou a organizar o processo de abertura de capital na Bovespa. A Tivit nasce, em 2007, da fusão da Telefutura com a Optigloble, outra empresa de tecnologia controlada pela Votorantim. Em 2010 entrou o fundo americano Apax Partners, que adquiriu mais da metade do capital da companhia, com a saída, neste momento, da Votorantim. O objetivo era preparar a empresa para voos internacionais. Em 2014 a TIVIT adquiriu a chilena Synapsis. Hoje a empresa está presente em dez países da América Latina. Mattar diz que “o mundo do esporte é fascinante porque tudo acontece ao vivo, na frente do público. O universo dos negócios não é tão transparente.”

Fonte: PEGN, set/2018

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