Startups na América Latina

São poucos os unicórnios – startups que valem mais de 1 bilhão de dólares – nascidas na América Latina. No seleto grupo de startups bilionárias na região estão o Mercado Livre, empresa argentina de comércio eletrônico criada em 1999 e hoje avaliada em US$ 9 bilhões e a brasileira PagSeguro, empresa de meios de pagamento que lançou ações na bolsa de Nova Iorque e movimentou US$ 2,3 bilhões em janeiro deste ano. De onde virão os novos casos de sucesso nos próximos dois anos, foi o questionamento feito a 300 lideranças das maiores empresas da América Latina, em um evento do banco Itaú BBA em maio passado em Nova Iorque. No topo da lista está o setor financeiro, com suas fintechs, segundo um terço dos executivos entrevistados. Em seguida apresentam-se as startups de comércio eletrônico, com 14% da preferência. Para 25% dos entrevistados não haverá novos unicórnios na AL até 2020. Para os executivos os maiores obstáculos às startups estão na baixa qualidade da educação, altos impostos e as ineficiências no marco regulatório de incentivo a inovação.

Editorial Nello Investimentos

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