“Search Funds” atraem brasileiros

Os “Search Funds” têm atraído a atenção de brasileiros que querem comprar e administrar companhias. Geralmente, esses empreendedores analisam dezenas ou até centenas de empresas até encontrarem aquela que melhor se enquadre com sua tese de investimentos. Eles podem passar mais de um ano apenas pesquisando empresas, financiado por investidores, até decidirem por uma companhia específica, geralmente com receita estável, margem EBITDA de 15% e geração de caixa anual entre R$ 5 milhões e R$ 20 milhões, além do natural potencial de crescimento. Colocar força na gestão, gerar crescimento e providenciar na venda do negócio fazem parte da estratégia desse tipo de movimento. Em vez de focar em diversas empresas, a força é coloca apenas em uma companhia especifica. A maior referência é a americana Asurion, que foi encontrada e adquirida por US$ 8 milhões, em 1995, por um “fundo de busca” dos americanos Jim Ellis e Kevin Taweel. À época, a empresa chamava-se Road Rescue e prestava serviços de assistência rodoviária, com receita de US$ 6 milhões. A dupla a transformou em uma empresa de seguros e garantia estendida de aparelhos eletrônicos, com o novo nome. Em 14 anos, pagaram mais de 100 vezes o capital investido para os investidores que queriam realizar o lucro. A Asurion nunca foi vendida. Taweel é o presidente e Ellis está no conselho. A empresa fatura US$ 6,2 bilhões.

Editorial Nello Investimentos

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