IMC pede mais tempo à Sapore

A International Meal Company (IMC) pediu à empresa de restaurantes corporativos Sapore que adie a data do leilão de oferta pública de aquisição (OPA) por até 40% da dona de marcas como Viena e Frango Assado, marcado para 19 de dezembro.

O pedido ocorreu um dia depois de a IMC ter recomendado aos acionistas que não aceitassem a OPA da Sapore por falta de informação. A IMC pediu que fosse divulgado o relatório de “due dilligence” feito na Sapore. Mas Daniel Mendez, dono da Sapore, propôs a divulgação dos resultados da auditoria feito nas duas companhias. IMC contestou, justificando que ela é uma companhia de capital aberto (com dados já conhecidos).

A proposta da Sapore prevê que, depois da OPA, seja apresentada proposta de combinação de negócios entre as duas
companhias. Esta é a terceira tentativa da Sapore para combinar seus negócios com os da IMC. O valor a ser pago na OPA seria de R$ 8,63 por papel da IMC.

Na carta enviada à IMC, a Sapore solicitou que a empresa tornasse pública sua “due dilligence”. Em resposta, a dona do Viena disse que o conselho deliberou atender o pedido, “em prol da transparência e da informação dos seus acionistas”. Porém, considera que seria uma informação adicional, que deveria observar o prazo regulamentar de antecedência do leilão (de cerca de 15 dias).

A IMC afirma que Sapore segue não apresentando os esclarecimentos e declarações solicitados.

Fonte: Valor Econômico

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