Grupo 3coracoes faz joint venture com Positive Brands

Grupo 3corações faz joint venture com Positive Brands

O Grupo 3corações, maior fabricante de café torrado e moído do país, anunciou a criação de uma joint venture com a Positive Brands, empresa do segmento de bebidas de origem vegetal dona das marcas “A tal castanha” e “Jungle”. Pelo acordo, cujo valor não foi divulgado, a 3corações passa a deter 50% do capital e metade dos assentos no conselho de administração da Positive.

“Nosso objetivo é agregar ainda mais valor a esse segmento fortalecendo a liderança nacional com produtos inovadores e oferecendo maior penetração e capilaridade aos produtos da marca do nosso parceiro”, afirmou Pedro Lima, presidente da 3corações, em nota.

Com sede em Fortaleza, a Positive Brands foi fundada em 2015 pelos irmãos Felipe e Rodrigo Carvalho, que continuarão no comando do negócio. A empresa responde por 21,7% do mercado brasileiro de bebidas de origem vegetal — excluindo produtos à base de soja —, segundo dados da Nielsen.

Ainda segundo a Nielsen, o mercado de bebidas vegetais, excluindo os produtos à base de soja, movimentou R$ 71 milhões no país em 2019, um crescimento de 73% ante o ano anterior. Segundo Felipe Carvalho, esse número representa um terço do mercado.

Os irmãos estão otimistas com a parceria, negociada desde meados de 2019, e acreditam que a transação pode multiplicar por quatro o faturamento da Positive Brands já neste ano. “Hoje, atuamos em 4 mil pontos de venda, principalmente no Sul e Sudeste. Com a joint venture, nossa expectativa é abastecer entre 20 mil e 25 mil pontos de venda no primeiro ano”, afirmou Rodrigo Carvalho ao Valor.

Para isso, a empresa de bebidas vegetais já mais do que triplicou a capacidade de produção. Conforme Felipe, a parceria deve permitir o lançamento de dez novos produtos neste ano. “Está no nosso escopo um produto com café, e é algo que devemos explorar mais para frente”.

Felipe também acredita que o acordo poderá abrir o mercado internacional para os produtos da Positive, que ainda não são exportados.

Fonte: Valor Econômico

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